O Pedro Sette escreveu um ótimo artigo sobre a não tão última piada pronta que a gente arrumou.

Dizem que o tal acordo ortográfico aproximaria os países lusófonos. Pois não me parece que usar as mesmas roupas criaria qualquer espécie de atração.

Eu concordo. Absolutamente. Escrevi a respeito n’O Dia. Leiam lá. Apenas acrescento as exatas palavras de um comentário que um leitor, Evanildo, fez no site do jornal: se quiséssemos unificar a língua, teríamos que LER livros angolanos, portugueses… Com o tempo, talvez houvesse alguma homogenização, mas verdadeira. A língua não pertence aos “ratificadores” de tratados internacionais, não podem acordar o que não possuem. Nem nossos ministros, nem os de Angola. E o comentário do Bernardo, de Niterói: a consagração das regras se dá pelo uso reiterado, pelos grandes escritores. O gramático, em regra, apenas reúne as manifestações linguísticas.