“Ao Itamaraty, em todo caso, parabéns. Tão plácido com as 300 mil mortes e escravidão negra no Sudão, e com aquela briguinha entre vascaínos e flamenguistas lá do Irã, não considerou esta partida um amistoso e interveio de pronto, bem imperialista.”

Marton, na ferida, sobre a posição “pragmática” do Brasil em relação a expulsão de Zelaya, em Honduras.

Orgúio di ser brasileño.

Atualização: Acordo do Brasil e Irã por debaixo dos panos – Itamaraty ajuda Ahmadinejad a burlar as sanções impostas pelo CS da ONU. Na Isto É.