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Alardear que é mais fácil jornaizinhos controlarem o governo do que o contrário é um feito típico do perfeito idiota latino-americano. A conspiração dos Civita, dos Marinho, do Silvio Santos, da Igreja Universal. Todos conspiram e têm forças ocultas por trás, menos os partidos, menos os políticos, menos os governos. Estes são uns coitados.
Não duvido que haja transferência de votos a cada novela do Manoel Carlos, mas falar em “PIG” (Partido da Imprensa Golpista) é coisa de débil mental. Tenho mais respeito pelas tias noveleiras.
O primeiro que berrar “udenista” ganha um saquinho de naftalina para tirar o mofo no cérebro.
ótimo post do Polzonoff
fiscalizem cada divisão celular das amebas, porque só assim teremos um país de economia racional e sustentável, não é?
Chávez decreta guerra contra as donas-de-casa e o ar-condicionado na Venezuela
A vergonha ao dar de cara com seu primo, numa festa, e ele vestido e agindo como um neandertal. É o que sinto ao encontrar certos desarticulistas liberais no youtube. Que safra jeca, hein?
Aviso: Ignorem a feiúra do cartaz e se concentrem nas informações. Alto nível. Dificilmente aparecerá novamente uma oportunidade como essa. Não tem desculpa de escola, faculdade, trabalho: cai num sábado de manhã (ainda sobra o final-de-semana todo para aproveitar). Só falta pedir para ser carregado no colo pelo próprio Chesterton.

Para engrossar a direita clown (Berlusconi, Sarkozy e Cameron), metade do Partido Republicano parece pouco.
Para aliviar o ridículo, leio este artigo no LA Times: The GOP should dump the neocons
Republicans should take this opportunity to return to their traditional noninterventionist roots and throw their neoconservative wing under the bus. The Republicans have a chance at this moment to reclaim the mantle of the party of nonintervention — in your healthcare, in your wallet and in the affairs of other nations.
atrasado, mas vale a nota:
Cadê o cigarrinho da Chanel no poster brasileño?

Ela estava toda poderosa, gostosa de ver… No cartaz novo parece que interrompemos uma dona de casa lendo algum romance da Lya Luft.
(dica dos posters Felipe Cruz)
“Volta e meia, ao pensar ou defender os méritos da educação privada, me punha a imaginar as possibilidades educacionais num mundo sem regulamentações, onde qualquer um pudesse dar aulas ou mesmo abrir uma escola. Assim, alguém que soubesse um pouco mais do que aqueles à sua volta (digamos, um senhor que leia e escreva razoavelmente bem e que mora numa favela de iletrados) poderia usar a sala de casa como sala de aula; os preços seriam baixíssimos, de forma que mesmo gente muito pobre poderia pagar. Esses devaneios cessaram depois que li The Beautiful Tree, de James Tooley, pois agora sei que se trata de uma realidade.”
(continua no Terra à Vista)
O espectro do império mulato emergente assombrava as noites britânicas como a profecia de uma nova expansão moura. Vocês viram o filme Queimada, de Gillo Pontecorvo? É a história do Brasil.
(Olavo de Carvalho, “500 anos em cinco notas“, Bravo!, abril de 2000)
…
Observado segundo os critérios da própria verossimilhança histórica da qual se pavoneia, “Queimada” perde todo impacto dramático e se revela uma farsa idiota, postiça até o desespero, composta por um pseudo-intelectual de meia idade para a deleitação masturbatória de jovens aspirantes a pseudo-intelectuais.
(Olavo de Carvalho, “Obra-prima de vigarice“, Diário do Comércio, junho de 2009)
Deu na telha de trocar o verbete 103, agora é “ceticismo”.
Lênin sabia como acabavam os nefelibatas: o anarquismo (capitalista ou não) e o esquerdismo são doenças infantis: a cura para ambas sempre será uma ditadura bolchevique. Ou fascista, claro.
…
O Estado é uma força naturalmente coercitiva: tira-nos grande parte de nossos rendimentos, de nossa autonomia, distorce relações voluntárias e familiares… o escrutínio democrático é uma imposição também, embora sua violência seja diluída pela “vontade da maioria”. Que o Estado seja mínimo, é uma ansiedade absolutamente moral; que ele tenha que existir, uma agonia absolutamente prática.
…
O grande êxito da social-democracia moderna foi ter expurgado a revolução de seu DNA, renegado seus pais (entre eles, Lênin), e reconhecer os abismos dos que não resolveram pelo mesmo caminho. O PT é inferior ao PSDB aí, exatamente aí: andou muito menos, andou muito pouco. De resto, são quase a mesma coisa.
Como disse há alguns posts atrás, não sei como fui mais um a me entusiasmar com a história do microcrédito. Mas fui. Só não me espanta, num tempo em que prêmio Nobel da Paz é distribuído igual bala juquinha, que o banqueiro que fundou esse tipo insustentável de empréstimo tenha sido mais um laureado.
Se pensarmos duas vezes, o microcrédito já existe faz tempo, chama-se cheque especial. E só pode ser aplicado à classe média, pois sempre se pode tomar alguma coisa de volta dela. E é por isso que dá certo.

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